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TRISTÃO DE ATAÍDE

10 de jun.
1 min de leitura

"Um livro de poemas interessantes. Ora cantando com espírito de fraternidade o sofrimento dos homens, como em "Vento do Morro", "Ex-votos" e "Flagelos"; ora refletindo quadros exteriores da vida moderna, como em "Sarjeta" ou "Cais do Porto"; ora espalhando-se num lirismo mais alto e universal, como em "Vale do Josafá", "Puro Espírito", ou "Domingo à tarde"... é, sem duvida, engenhoso por vezes, evocativo quase sempre, sempre delicado de sentimento e, vez por outra, empolgante."


Trecho de carta de Tristão de Ataíde a Santino Gomes de Matos

Alceu Amoroso Lima (Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 1893 – Petrópolis, 14 de agosto de 1983). Crítico literário de renome, professor, filósofo, diplomata, escritor com vasta obra, foi membro da Academia Brasileira de Letras. Adotou o pseudônimo de Tristão de Ataíde. Em 1965, sua extensíssima obra foi considerada para receber o Nobel de Literatura. Líder católico do Brasil, tem importante influência como pensador e intelectual.

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