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JOSÉ GUIMARÃES

19 de mar. de 2024
1 min de leitura

Atualizado: há 2 dias


"Coromandel, 25 de junho de 1971.


Prezado Professor Santino Gomes de Matos,

saudações cordiais.


Recebi, há poucos dias, o sobremodo precioso e admirável livro do sr. : 'Por que maquinaria e nunca maquinário (razões de uma polêmica)'.


Fiquei confundido e imensamente grato, a um tempo. Confundido, pela generosidade e fidalguia da dedicatória; e reconhecido, calorosamente, pela oferta do extraordinário livro e obra.


O oferecimento do autêntico relicário da língua, do grande mestre e exímio filólogo, vem datado de 20/4/1971. E, somente, há poucos dias, recebi-o do boníssimo e grande amigo e colega Cônego Isaías. O motivo e imperativo de meu atraso, pouco civilizado e cristão. Perdão, Prof. Santino, pelo atraso da resposta e do agradecimento! Depois, queria também ler algo do livro. E assim, dar minha pobre e modesta impressão da admirável obra.


Estamos todos os cultores desta nossa erida língua e sagrado idioma de parabéns. Que preciosa e divina bênção do Céu, aos professores e alunos, esta Polêmica, verdadeiro arsenal linguístico, mormente aos que devem "falar de Deus" aos fiéis com linguajar digno e limpo e cristão. Da primeira à última página, tudo encanta, prende, instrui e agrada!


(...)


Por tudo, Prof. Santino, que Nosso Senhor lhe pague pela dádiva do livro e pela lição de mestre. Deus o conserve e o ilumine, sempre.


Cônego José Guimarães"


Trecho de carta do Cônego José Guimarães a Santino Gomes de Matos


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